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  • Foto do escritorWilFran Canaris

Bancárias vão às ruas em defesa dos direitos, da democracia e pelo fim da violência

Bancárias vão às ruas neste domingo (8 de março), Dia Internacional da Mulher, para lutar em defesa dos direitos, da democracia e pelo fim da violência contra a mulher. Neste ano, o lema será “Mulheres Contra Bolsonaro, por nossas vidas, democracia, direitos e justiça para Marielle, Claudias e Dandaras!” e ocorrerá em vários estados do país. A presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira, convocou todas as bancárias para os atos do Dia Internacional da Mulher. “Neste domingo, nós mulheres, temos um encontro nas ruas de todo o país. É importante procurar saber onde acontecerá o ato na sua cidade e se juntar com todas as mulheres de todas as categorias, raças e orientações sexuais para lutar contra a violência que as atinge diariamente e também para defender a democracia e o direito à igualdade salarial. Pois só com democracia conseguiremos conquistar esses e outros direitos”, disse. Em São Paulo, a concentração dos movimentos começa a partir das 14h, na Avenida Paulista, 1853, em frente ao Parque Mário Covas. As mulheres sindicalistas ligadas à CUT irão se concentrar no Espaço Cultural Lélia Abramo, localizado na rua Carlos Sampaio, 305, ao lado do Metrô Brigadeiro, a partir das 13h. De lá, partem em marcha para se somarem aos demais movimentos feministas. “Este 8 de março é mais um dia de luta, pois foi sempre com muita luta que defendemos nossos direitos e conquistamos mudanças. Não vamos admitir retrocessos e nem ameaças à democracia. Mulher tem nome de resistência e é por isso que vamos resistir a todos os retrocessos impostos pelo governo”, afirmou Elaine Cutis, secretária da Mulher da Contraf-CUT. As mulheres também defendem a manutenção e ampliação dos direitos e exigem justiça no caso da morte de Marielle Franco, vereadora assassinada no Rio de Janeiro (RJ) em 14 de março de 2018, que inspira trabalhadoras que lutam contra injustiças e por democracia. O caso ainda segue em investigação pela polícia, que não chegou a uma conclusão.

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