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  • Foto do escritorWilFran Canaris

Caixas em debate no Banrisul

Muitos colegas do Banrisul que exercem as funções de caixa têm entrado em contato com seus sindicatos para relatar uma mesma preocupação. A mudança de cultura de atendimento bancário tem causado aos caixas do Banrisul estresse e apreensão. Porém para os dirigentes sindicais o entendimento é de que se a cultura muda, o banco precisa se adaptar para proporcionar uma transição segura e tranquila para os trabalhadores.

Os dirigentes sindicais saíram da reunião com o compromisso por parte do banco de fazer um estudo para apurar a realidade da situação. Uma próxima reunião foi agendada para a quarta-feira, 18 de setembro.

Em resumo, o banco, em vez de promover a adaptação de colegas para outras funções, resolveu criar o caixa eventual. Praticamente, qualquer colega pode assumir a função. Essa mudança na rotina ocorre porque o banco está em fase de reestruturação há bastante tempo.

Por isso, dirigentes da Fetrafi-RS e de vários sindicatos estiveram com o Superintendente de Recursos Humanos do Banrisul, Gaspar Saikoski, na manhã da quarta-feira, 29/8, na Direção Geral (DG). Os dirigentes sindicais saudaram a abertura de negociação e cobraram o respeito a um processo de adaptação dos colegas, sobretudo daqueles que desempenham a função de caixa há muitos anos.

Repercussões na vida

A diretora da Fetrafi-RS, Denise Falkenberg Corrêa, alerta para a repercussão dessas mudanças na vida das pessoas e os efeitos sobre a saúde. “O banco está diminuindo o número de caixas nas agências. Há colegas caixas que estão há muito desempenhando essa função. Só fizeram isso. É preciso levar em conta nessas mudanças as repercussões na vida das pessoas, porque até o salário muda”, avalia Denise.

Fonte: SindBancários com edição do SEEB Floripa

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