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Dia de Luta das Mulheres do Mundo

Dia 08 de março é marcado como Dia da Mulher. A data foi instituída pelas Nações Unidas e representa o dia de uma das principais manifestações feministas por melhores condições de trabalho, quando em 1857, 129 operárias de uma fábrica de tecidos de Nova Iorque, fizeram a primeira greve, reivindicando a redução da Jornada de Trabalho de 18 para 10 horas diárias.

Programação das atividades em Florianópolis

O Dia Internacional da Mulher não pode ser uma data comemorativa e sim reflexiva. Não podemos comemorar a morte de mulheres corajosas que deram suas vidas para mostrar que outro mundo é possível, com trabalho decente, igualdade de oportunidade, equidade de remuneração, inclusão social.

As mulheres não lutam por competição, para saber quem é mais inteligente, mais competente ou mais forte, a luta se dá para construção de um modelo de sociedade onde homens e mulheres não tenham que adoecer em função de condições de trabalho precário, que exijam esforços desumanos. Temos que mudar este modelo de sociedade, temos que construir nos espaços e nos sindicatos uma outra linguagem e um outro pensamento. Colocar na ordem do dia e não somente no mês de março a pauta de gênero, isso não pode ser tarefa apenas do sexo feminino.

Os anos passam e não bastam as comemorações, as rosas, os parabéns. É preciso política pública, é preciso mudança de comportamento, é preciso ter mudança nas relações. É possível sim, construir relações compartilhadas em que homens e mulheres assumam as responsabilidades do lar, não só financeiramente, mas também com o cuidado dos/as filhos/as.

Garantir equidade de gênero é pensar na transformação dos espaços, em condições dignas de trabalho para todos e todas, direito a creche, o compartilhamento de vidas, de emoções, de conquistas, de poder.

Portanto homens e mulheres levantamos nossa voz, nossa força, nossa indignação, é possível construirmos juntos um lugar mais justo, mais humano, mais verdadeiro, mais igual onde decidimos os rumos da sociedade para que todos e todas se sintam FELIZES independente de suas escolhas, sua orientação sexual, sua condição financeira….

Façamos um mundo melhor, é possível e só depende de nós.

Texto de André Accarini

Fonte Cut/SC com edição do SEEB Floripa

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