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Sintrafi debate com direção do Badesc sobre teletrabalho e Acordo Coletivo


Nesta terça (19/12) diretores do Sintrafi, junto com assessoria jurídica do sindicato, estiveram reunidos com Ari Rabaiolli, presidente do Badesc e os assessores do banco, para tratar dos direitos dos trabalhadores dessa, como o teletrabalho, PLR e Acordo Coletivo.

O Sintrafi destacou a expectativa para que seja definido um calendário de negociações que permita firmar com o banco um Acordo Coletivo de Trabalho em 2024 que atenda as reinvindicações dos empregados, entre estas, a melhoria das condições de trabalho, remuneração e regulamentação da Participação nos Lucros e Resultados - PLR. A assessora jurídica do Sintrafi esclareceu que as ações coletivas referentes às PLR's dos anos anteriores seguirão em andamento.

Segundo os diretores do Badesc, a instituição passa por um momento de revalorização do seu papel como agente financeiro do Estado e que diversos estudos estão sendo realizados com o objetivo de instituir um novo Plano de Cargos e Salários, melhoria nos processos internos e outras medidas que possam aumentar a produtividade e agilizar o atendimento aos clientes.

Teletrabalho

O Sintrafi reafirmou que a modalidade é uma realidade em diversas outras instituições financeiras, cujos acordos negociados preveem uma série de premissas para garantir igualdade de direitos e condições de trabalho adequadas, considerando as especificidades de cada banco.

De acordo com as representantes do Badesc, o banco não descarta no futuro debater e implementar o teletrabalho, mas que no momento, a prioridade é retomar o crescimento das carteiras de crédito e o resultado operacional da instituição, investindo na qualificação dos empregados e na melhoria dos processos.

Para os dirigentes do Sintrafi, o Badesc é fundamental para dinamizar a economia do estado, possibilitando investimentos e crédito produtivo que reduzam os desequilíbrios regionais, gerem desenvolvimento e a criação de novos empregos.

Nesse sentido, os representantes do Sindicato ressaltaram que a direção do banco deve estar atenta as reivindicações dos seus empregados, e que quaisquer das mudanças pretendidas precisam considerar a valorização dos seus trabalhadores e o diálogo para sua implementação.

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