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Itaú paga PLR e PCR dia 24 de setembro

há 8 horas
2 min de leitura

Banco informa data de pagamento da primeira parcela da PLR 2027; Adiantamento foi negociado pelo movimento sindical



O banco Itaú informou que irá pagar a antecipação da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e dos valores referentes à Participação Complementar nos Resultados (PCR) no dia 24 de setembro.


O anúncio acontece um dia após a assinatura da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 2026/2028, que inclui, entre as propostas negociadas pelo Comando Nacional dos Bancários com a Fenaban, a correção pelo acumulado de setembro de 2025 a agosto de 2026, acrescido do aumento real de 0,6%, sobre os salários e em todas as demais verbas, englobando a PLR (com o reajuste tanto na regra básica, quanto na parcela adicional).


O Comando também negociou o crédito da PLR ainda em setembro.


Pela regra básica, será pago o valor correspondente a 54% do salário-base mais um valor fixo, com limite ainda não definido, porque o índice de inflação será divulgado pelo IBGE só amanhã, sexta-feira, 11. O valor tem um teto de 12,8% do lucro do semestre.


Pela parcela adicional, o valor de antecipação corresponde à distribuição linear de 2,2% do lucro do semestre, com limite que também dependerá da divulgação do INPC de setembro de 2025 a agosto de 2026.


PCR


Em relação ao Programa Complementar de Remuneração (PCR), o valor a ser pago corresponderá a R$ 4.096,42 (ROE acima de 22,1%), mais o reajuste da categoria (INPC + 0,6%).


A coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú, Valeska Pincovai, reforça que tanto a PLR quanto o PCR são resultados da luta da categoria nas mesas de negociação com o banco.


"As conquistas se deram pela mobilização da categoria e precisamos nos manter unidos para enfrentar o que está por vir, porque agora vamos debater os problemas específicos do Itaú. Vamos começar uma luta em defesa dos empregos, contra o fechamento das agências, por transparência nas reestruturações, pelo fim do assédio e das metas inalcançáveis e por mais respeito”, completa a dirigente.


Fonte: Contraf-CUT

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