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Público x privado: o que está em jogo na Caixa?

há 2 horas
1 min de leitura

Nesta segunda-feira, 21 de setembro, os empregados da Caixa, em assembleias, decidiram rejeitar a proposta apresentada e manter a greve. A decisão é da categoria e será respeitada pelo Sindicato.


É importante, porém, refletirmos sobre os possíveis efeitos dessa escolha. A mobilização trouxe avanços importantes à mesa de negociação, mas a continuidade da greve também envolve riscos e pode produzir consequências que precisam ser consideradas com responsabilidade.


A Caixa é um banco público e cumpre um papel estratégico para o país. Por isso, além das reivindicações imediatas, precisamos manter no horizonte a defesa dos direitos dos empregados, das conquistas coletivas e do caráter público da instituição.


O Sindicato apresentou sua orientação a partir da avaliação do cenário e das informações disponíveis. A categoria decidiu de forma diferente. Isso não muda o nosso compromisso: seguiremos ao lado dos trabalhadores, organizando a mobilização, defendendo seus direitos e enfrentando os desafios que vierem pela frente.


Nesta terça-feira, 22 de setembro, o Comando Nacional comunicará à Caixa a decisão da maioria da categoria pela rejeição da proposta e solicitará a retomada das negociações. Seguiremos defendendo que o diálogo entre as partes é o caminho para buscar uma solução negociada.


A greve continua. Assim que tivermos novas informações, repassaremos a todas e todos.


A democracia sindical também é isso: orientar, debater, respeitar a decisão da maioria e, depois dela tomada, permanecer junto da categoria.

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